Missão de monitoria e mapeamento na província de Nampula

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Face ao agravamento das ameaças, das restrições à actuação dos defensores de direitos humanos e da limitação do espaço cívico em Moçambique, a Rede Moçambicana dos Defensores de Direitos Humanos (RMDDH), iniciou, esta semana, uma missão de monitoria e mapeamento na província de Nampula, uma das regiões mais afectadas por perseguições, intimidações e ataques directos contra jornalistas (caso emblemático foi o de Arlindo Chissale), activistas, organizações da sociedade civil e defensores de direitos humanos.

O objectivo da missão é recolher evidências actualizadas sobre o contexto local, fortalecer os mecanismos de protecção existentes e acompanhar a situação de defensores que trabalham sob elevado risco ou que foram obrigados a deslocar-se internamente devido a ameaças contra a sua integridade.

No primeiro dia em Nampula, a RMDDH reuniu-se com a Comissão Provincial da Ordem dos Advogados para os Direitos Humanos, a Associação dos Jornalistas de Nampula (Somos) e o Jornal Rigor, com vista ao alinhamento estratégico e à actualização sobre a situação dos direitos humanos e seus defensores.

Esta iniciativa decorre no âmbito do projecto Pro-Cívico e Direitos Humanos, implementado pelo consórcio IMD, CESC, MASC e CDD Moçambique, com financiamento da Embaixada da Finlândia Maputo – Suomen suurlähetystö Maputo

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